Os verbos auxiliares, também conhecidos como verbos de apoio, são usados na gramática inglesa para formar diferentes tempos, modos, vozes e aspectos dos verbos principais. Eles fornecem informações gramaticais ou semânticas adicionais sobre o verbo principal na frase. Os principais verbos auxiliares em inglês são "be," "have," e "do," e são usados para formar os aspectos contínuo, perfeito e enfático, além de perguntas e negativas.
Além desses, existem verbos auxiliares modais como "can," "could," "may," "might," "shall," "should," "will," "would," "must," e "ought to." Esses modais expressam necessidade, possibilidade, permissão e outros conceitos relacionados.
Quanto ao uso de verbos auxiliares nos Estados Unidos em comparação com outras regiões de língua inglesa, não há diferenças significativas nas regras gramaticais fundamentais. Os verbos auxiliares funcionam da mesma maneira em todos os dialetos do inglês. No entanto, existem algumas variações menores no uso, particularmente com os verbos modais, refletindo os estilos de fala culturais e regionais. Por exemplo:
"Shall" vs. "Will": Em alguns contextos, especialmente no inglês britânico formal, "shall" é usado para indicar ações futuras para sujeitos na primeira pessoa (I, we). No inglês americano, "will" é predominantemente usado para todos os sujeitos nas construções do tempo futuro.
"Must" vs. "Have to": Embora ambas as frases expressem necessidade, "must" é mais comum no inglês britânico, e "have to" é usado com mais frequência no inglês americano.
"Needn't" vs. "Don't need to": "Needn't" é mais comum no inglês britânico, enquanto os americanos costumam dizer "don't need to."
Essas diferenças são mais sobre estilo e frequência de uso do que sobre regras gramaticais fundamentais, e não impedem a compreensão entre falantes de diferentes dialetos do inglês.